Ontem eu tinha 17 – metendo no matagal


Dei pro meu vizinho no mato

Me chamo Diego, tenho 24 anos, sempre gostei de mulheres, mas homem é uma coisa que me faz delirar. Não sou afeminado. Bom, sou magro, pele branca, meio alto, cabelo liso caido pelo ombro, preto. Tenho olhos castanhos, sou um pouco peludo. Mas depilo lá em baixo e meu cu.Esse é meu primeiro conto. Mas não foi quando dei a primeira vez.. O alvo dessa vez foi um vizinho meu. Leonardo o nome dele. Casado, pai de 2 filhas. Uma delas minha amiga. Ele é mais alto do que eu, 37 anos, cabelo grande, barba por fazer. Branco, barriga saliente. Macho viril, forte.
Tinha um bar na frente da minha casa, 1 ano depois eu dei pro dono do bar rsrsrsr mas isso eu conto em outro conto. Leonardo gosta de beber, mas é fraco pra bebida. E eu sabendo disso me aproveitei da situação. Um dia, Leonardo foi beber nesse bar, na verdade é um buteco, moro em cidade pequena e zona rural. A minha cidade é cheia de butecos. E a janela do meu quarto fica de frente pra esse buteco. Leonardo estava bebendo na rua. E a rua estava vazia, não tinha ninguém além do dono do bar. Eu quando vi que ele foi beber, fiquei espiando pela janela do meu quarto. Adorava olhar pra esse homem. Gosto até hoje. Leonardo vestia uma camiseta cinza e bermudas verdes. Lembro até hoje daquele dia. O dono do bar entrou pra dentro do mesmo, e o Leo ficou sozinho na rua bebendo cerveja. Fiquei a espiar ele, o mesmo já estava na 5° cerveja. E eu resolvi aparecer na janela. Ele me viu, mas não comprimentou. Era verão, tava calor. Eu resolvi tirar a camisa que eu vestia. Ele já me olhou com um olhar diferente. Me encarou e deu oi. Comprimentei de volta, e sorri de leve, mas ele continuou com uma expressão de serio. Resolvi subir na minha cama, pronto fiquei com o corpo inteiro à mostra. Aí ele olhou de vez, me encarou. Eu tremi naquela hora, com medo de que ele me falasse alguma coisa e alguém escutasse. Mas ele ficou me encarando sério por alguns minutos. Gelei naquele momento, mas resolvi abaixar minhas bermudas pretas e mostrar minhas coxas grossas, apesar de magro tinha as coxas um pouco grossas e bem brancas. Ficou a mostra o volume do meu pau duro na minha cueca vermelha. Ele olhou com uma cara de espanto e ainda com muito tesão, naquele momento ele arrumou o pau na sua bermuda. Me encarou e saiu em direção oposta a sua casa. Vesti minha roupa e fiquei confuso até então. Aguardei alguns minutos, e lembrei que tinha o numero dele no meu celular, pai da minha amiga e ela já tinha me ligado do celular dele. Resolvi ligar. Chamou por alguns segundos e atendeu uma voz mascula e grossa. -Alô? -Alô…(gaguejei)… sou eu Leonardo. O Diego, amigo da sua filha. -Ah…( ficou um tempinho em silencio)… diz o que tu quer. (falou secamente) -Acho que você já sabe. ( Já não tinha mais nada a perder mesmo) Quero você Leo, quero chupar seu pau, quero dar pra você. – Ah é? me encontra no mato perto da tua casa. Tem um mato perto da minha casa, já dei muito naquele mato. Desliguei o telefone e fui direto pro mato esperar ele. Chegando lá, vejo ele na trilha me esperando. Cheguei, comprimentei. Ele mandou eu seguir ele. Entramos no meio das árvores, muito dentro do mato. Ele parou, me encarou e disse: -Então tu gosta de dar o cuzinho pra macho? -Claro que sim. E tu gosta de comer pelo jeito. -Vem aqui putinho desgraçado. Me agarrou forte, achei que ele iria me machucar. Mas ele foi muito gentil comigo. Me abraçou, senti o bafo dele de cerveja, seus olhos já estavam um pouco vermelhos. Senti sua barba mal feita no meu pescoço, senti também seu pau duro roçando na minha perna. Me abaixei e desabotoei sua bermuda. Abaixei ela devagar e comecei a beijar seu pau por cima da cueca. Leo vestia uma cueca branca, normal. Já meia frouxa nele. Abaixei a cueca até o chão e comecei a chupar o pau dele. Senti o cacete dele grosso na minha boca, quente. Meu nariz batia nos pentelhos dele no vai e vem. Lambi a cabecinha grossa e rosada daquele pau tesudo. Leo colocou as mãos na minha cabeça e fazia movimentos com força e rápidos. Passei a mão na sua bunda e ele disse que não gostava daquilo. Parei. Fiquei em pé e tentei beijar ele, ele virou o rosto e no mesmo momento eu assegurei a cara dele com força até ele me beijar. Leonardo já estava bebado e nem tinha força pra me fazer parar, ou talvez ele tinha adorado o meu beijo. Fiquei de costas pra ele e abaixei minha bermuda. Ele abaixou minhas cuecas. Tentou meter direto em mim mas errou a primeira vez rsrsrsrs. Ele molhou o dedo e ficou enfiando no meu cuzinho, eu gemia de prazer sentindo aquele dedo grosso no meu cu fazendo voltas no mesmo. Ele disse: -Tu já tinha dado alguma vez? -Já sim meu macho. Mete em mim vai. Ele cuspiu no pau e meteu no meu cu. Na hora eu gritei de prazer. Sentir aquele cacete grosso no meu cu foi dolorido. Me agarrei numa árvore porque ele ficou metendo rapidamente. Ele gemia e eu acompanhava com meus gemidos. Ele dizia que eu era a putinha dele. Passou a mão entre minha barriga e chegou com sua face perto da minha, ofegando no meu ouvido. Enquanto me fodia, ele me masturbava. Eu pedi pra beber a porra dele. Ele disse que ia gozar, ele me soltou e eu me virei, me abaixei e comecei a chupar o pau dele, ele virou os olhos e gritou GOZEIIII. Eu senti a porra na minha boca e eu bebi tudo, fiquei chupando o pau dele por um tempo até eu gozar. Ele disse que tinha que ir embora e começou a se arrumar. Nossa, estavamos suados. Me arrumei também. Abracei ele forte. Ele quase caiu bebado. Eu disse que ele poderia me comer sempre que quisesse. Ele apenas confirmou com a cabeça. Pedi pra que ele saisse primeiro caso alguém nos visse saindo juntos do mato poderia disconfiar.  Depois desse dia eu dei novamente pra ele, mas isso eu conto em outro conto.

Texto reprodução / original: Pintolandia Gay