Bebendo leitinho pela primeira vez

Meu primo Zé gozou na minha boca…

No dia seguinte, véspera de feriado, após gozar na minha bunda, Zé manteve, como de costume, sua normalidade. Tudo transcorreu normalmente. Ajudei nas atividades, tocando os bezerros, as ovelhinhas, colhi ovos, tomei banho de rio, colhi goiaba para suco e milho para curau. No meio do milharal, no momento em que ajudava na colheita de milhos, Zé fez uma parada, caminhou um pouco à frente, desceu a bermuda para baixo e começou a urinar. Aproximei-me vagarosamente com o intuito de ver o tamanho do seu pau e ele perguntou se não queria também. Ao ouvir minha resposta negativa, virou para o meu lado com o membro na mão a balançar. Fitou seus olhos em mim e viu que eu o observava curiosamente. Sacudiu o membro que era enorme ( uns 19 cm, imagino) não muito grosso, o balançou sorridente e perguntou se eu queria pegar. Aproximou-se de mim e ordenou:

_ toma! É todo seu agora.

_ não quero, disse em tom trêmulo e abalado.

O imprestável aproximou-se mais e, sarcasticamente, disse que eu iria gostar.

_ veja como está quentinho… Termine de sacudi-lo para mim.

Fiquei em estado de choque, apenas olhando aquele pau enorme na minha frente.

_Dê-me sua mão, ordenou-lhe. Estendi minha mãozinha e ele colocou a “jeba” sobre ela. Não é quente? Indagou irônico. Assustado, balancei a cabeça em tom de confirmação. Em seguida, mandou que fizesse movimentos para cima e para baixo. Assim o fiz. Notando meu nervosismo e minha inquietação, chegou mais perto e acariciando meu rosto disse para ficar tranqüilo, que gostava muito de mim e que não iria me machucar. Passou dois dedos ásperos em meus lábio e os enfiou na minha boca. Mandou segurar seu pau com as duas mãos e prosseguir os movimentos. Ordenou que fechasse os olhos, puxou minha camiseta para cima e a retirou. Dobrou-a e vendou meus olhos, alegando ser uma brincadeira diferente e que iria gostar muito. Levou novamente seus dedos na minha boca e fez movimentos circulares… Tirou-os e disse que passaria um batom muito gostoso em meus lábios… Então fechei a boca, esperei e senti o calor do pau a encostar levemente. Fazia o movimento de um canto ao outro alegando está muito bom. Era gentil, carinhoso e sua boca proferia palavras suaves, dócil e em algum momento, agressiva.

Senti a cabeça do seu pau a encostar-se aos meus dentes e a ordem para dar-lhe suaves beijinhos ecoou nos meus ouvidos. Não temi e o fiz prontamente. Por um instante seus dedos voltaram a permear a minha boca em movimentos gentis. Estava preparando o espaço! Sem mais delongas, tirou seus dedos e enfiou o pau mole-mole para dentro. Senti-me estranho, com nojo e quis afastar-me. Não adiantou e não permitiu. Segurou minha cabeça e mandou-me mamar forçando-o todo para dentro. Suas mãos pressionaram minha cabeça para frente fazendo-o entrar sem piedade. Era, verdadeiramente, uma lingüiça crua, quente e mole a preencher os cantos da minha boca. Senti parte de seus pêlos a encostarem-se ao meu nariz, agora colado abaixo do seu umbigo. Seus testículos batiam pouco abaixo do meu queixo e seu membro já dava sinal de vida. Na medida em que crescia, saía, centímetro a centímetro, uma vez que não suportaria tudo. Chamando-me de menininha, tirou-o, meio mole de minha boca e o lançou em meu rosto por várias vezes. Neste momento, a ideia que passava em minha mente era apenas de um pau enorme, afinal, estava com os olhos vendados e minha pobre boquinha abarcava apenas a metade.

Sem hesitar, enfiou seu mastro novamente para dentro. Fez fortes movimentos para dentro mandando-me engolir tudo. Dava um pequeno espaço de tempo e recomeçava forçosamente. A cada estocada sua cabeça ganhava mais um centímetro de minha boca que, deliciosamente, o engolia. Em uma dessas, mandou que colocasse a língua para fora e inseriu seu pênis. Forçou e forçou, mas não consegui engolir tudo. Retirou-o novamente, passou sua língua no meu rosto e no meu pescoço, chupou meus lábios levemente, mandou por a língua para fora, chupou-a rapidamente e encostou seu pau duríssimo. Fez movimentos rápidos para frente e para trás e deu uma tapa na minha nuca, o que me fez colocá-lo para dentro de uma vez. Engasguei e ouvi seu forte gemido de prazer. Forcei-me para trás, ele me soltou e fui ao chão tossindo.

Tapeou o meu rosto perguntando se estava bem, pegou-me nos braços e foi em direção a uma casinha onde guardava os sacos da colheita. Repetiu as caricias, beijou-me e encostou-me sentado a um dos montes de sacos cheios. Fez tudo novamente. Inclinou minha cabeça para trás e forçou seu membro para dentro. Estava louco por prazer! Senti sufocado, mas não adiantou. Tirava e colocava sucessivamente até o momento que não mais o tirou. Segurei em suas pernas e as senti um pouco flexionada. Lançou-se sobre mim, levantou a perna direita e colocou não sei onde, foi brusco e pressionou. Não suportei, quis engasgar e ele recuou, mas não tirou o pau da minha boca. Disse para relaxar que iria colocar tudo. Assim o fiz e o senti novamente em minha garganta. Fui mais resistente e engoli tudo. Ele gemia de prazer e eu, não podia nem sussurrar. Depois de alguns segundos, tirou-o, beijou-me carinhosamente dizendo que iria colocar algo em minha boca, que deveria engolir todinho e que não deveria desperdiçar.

Concordei perfeitamente e repeti o que havia aprendido: abri a boca, coloquei a língua para fora e o esperei. Cuspiu na minha boca e colocou a beleza de novo. Forçou, pressionou, movimentou, gemeu e senti seu membro crescer um pouco mais… Não demorou muito ele se afastou um pouquinho mandando-me fechar um pouco a boca para pressionar seu pau. Assim o fiz e ele em movimento muito rápido ejaculou fervorosamente. Senti seus jatos quentes no céu da boca e sem tirar o membro forçou-o para dentro mando-me engolir o resto. Não suportei a gosma pastosa em minha boca e quis jogar fora num ato de repulsa. Ele, prontamente, virou minha cabeça para cima, bateu em minha cara e me fez sugar tudo. Colocou novamente o pau dentro da minha boca, tirou a venda dos meus olhos e me mandou chupar mais. Vi que estava completamente nu, todo suado, com uma cara de realização e muita felicidade. Esfregou o pau no meu rosto, mandou dar alguns beijinhos nele, se recompôs e descemos até o rio para nos lavarmos. La, tirou sua roupa, mergulhou e voltou à margem para me pegar. Forçou-me contra seu corpo másculo, caminhou até o meio do rio, correu uma de suas mãos na minha bunda, pressionou o dedo no meu cú e disse que da próxima seria melhor ainda….

Texto original – Casa dos contos