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Comendo um cuzinho no matagal

Na saída da escola fui levado para o “MATAGAL”

Olá, conto verdadeiro, porem jáh faz algum tempo que aconteceu!
Estava eu saindo da escola quando ainda estava estudando no ensino médio no período da manhã.
Eu saí da escola 12hs, e estava seguindo até o meu trabalho, porém, para que eu chegue até a parada de ônibus, passo por uma grande área de vegetação, mato fechado. Nos primeiros dias eu até tinha medo de passar pelo “matagal”, mas com o passar do tempo me acostumei.
quando estava mais ou menos no meio da travessia, passa um carro pela rua ao lado bem lentamente, era uma caminhonete do tipo dessas de fazer entrega de mercadorias em super mercado, apenas com dois lugares e fechada atrás.
Quando o carro passa por mim, percebo que o motorista me encara e reduz a velocidade do carro, automaticamente eu apressei o passo, pois fiquei com medo, mas ao mesmo tempo que o medo tomava conta de meu corpo fazendo com que eu caminhe em passo mais acelerado, a curiosidade e o tesão passaram a confrontar minha mente, me deixando confuso. Com tudo isso o carro passou e seguiu em velocidade reduzida, e parou logo a frente cerca de uns 500 metros de mim, quando o carro parou, eu também parei. Fiquei imóvel e a única coisa que passava pela minha mente era a imagem daquele motorista loiro, olhos azuis, cabelos castanhos claros, aparência de uns 24 anos, e que me fitou nos olhos com uma seriedade de colocar medo em qualquer um.
Depois de um ou dois minutos eu tive que retomar a coragem e seguir em frente pois ainda deveria pegar o ônibus para ir até o meu trabalho.
Continuei a caminhada e fui me aproximando do carro, quando chego perto, pude perceber olhando pelo retrovisor do carro que o motorista estava com o celular na mão, e então imaginei que ele só deveria estar perdido, segui em frente e quando me aproximei da janela do motorista, fui surpreendido.
-Com Licença, desculpe assustar, mas eu estou perdido procurando esse endereço, falou o motorista apontando pra mim um pedaço de papel com o endereço escrito.
-Eu conheço essa rua, sei onde fica, é bem próximo de onde eu trabalho, mas é do outro lado da cidade, você se perdeu feio hein. Respondi já com um sorriso no rosto.
Ele foi gentil e logo me questionou:
-se você puder me ajudar eu posso te recompensar, estou precisando ir até esse endereço para fazer uma entrega e jáh estou atrasado, será que você poderia ir comigo até o local, para evitar que eu me perca novamente?
De imediato eu relutei e disse que não podia, eu estava indo para o trabalho mas teria que passar em casa antes para trocar de roupa e verificar se minha mãe já havia chego de viagem.
Ele insistiu e disse que ainda precisava almoçar também e que ainda tinha um tempinho para completar o roteiro de suas entregas do dia. Insistiu mais uma vez e me indicou a porta do carona para que eu entrasse no carro.
Eu entrei e deixei a minha mochila sob meus pés, sentei e fiquei calado.
Ele jáh foi logo soltando o verbo, – Cara, eu conheço muito pouco dessa cidade, vim até aqui uma única vez e acho que vou ter que vir sempre, pois tenho um novo cliente, este que eu estou indo agora. Falando isso ele colocou a marcha no carro e começou a antar, mas andava em velocidade baixa, ainda como se estivesse seguindo alguém que estivesse caminhando.
Eu fiquei nervoso e pensei que poderia ser algum assalto, sequestro ou sei lá o que! Passou muitos desastres em minha mente.
O motorista até então misterioso, percebeu o meu nervosismo e foi se apresentando.
– Meu nome é Romulo (fictício), tenho 23 anos, e não estou perdido, apenas disse que estava para ter a sua presença aqui no carro comigo. Você é muito lindo, do jeito que eu gosto, tem uma bunda deliciosa e arrebitada que me deixa louco, e não pude deixar de inventar alguma desculpa para chegar perto de você.
Quando ele terminou de falar isso, já foi passando a mão em minha coxa, e apertando.
Eu relaxei e percebi a jogada.
-Eu também te observei quando você passou com o carro lentamente por mim, e vc é muito lindo, mas eu não tenho local, e nem muito tempo, adoraria te chupar todinho e ter um prazer inesperado, antes de ir ao trabalho.
Quando eu terminei de dizer isso, ele não relutou e já foi logo abrindo o zipper da bermuda jeans que usava, dizendo: -Eu moro aqui nesse bairro e nunca te vi por aqui, conheço bem esse “matagal”, conheço um lugar aí dentro que pode ser estacionado o carro e ficaremos bem escondidos, ninguém irá nos ver.
Eu sinalizei com a cabeça dizendo que sim, e jáh de imediato desci até o seu pau delicioso que pulsava naquela bermuda jeans, um pau lindo, branco, grosso, deveria ter uns 22 cm, cabeça bem rosada e babava de tesão, passei a linda na cabeça, limpando toda a glande daquela lubrificação natural que o tesão deixa sair. Terminei de limpar a cabeça daquela geba e fui colocando ela todinha na boca, fui descendo de vagar, e depois subia novamente, passando a língua na cabeça, depois de alguns sobe e desce e o motorista gemendo e se torcendo de tesão, o carro para e ele me manda descer.
Eu olhei par ele e disse que era arriscado, e que estava com medo.
ele pediu que eu ficasse tranquilo porque ele jáh tinha um plano, iriamos para a parte de trás do carro que é toda fechada e deixaria o carro trancado com o alarme, assim se alguém se aproximasse não nos veria e perceberia que o carro estava abandonado no “matagal”.
Eu aceitei e logo fui saindo do carro, ele fez o que havia planejado, e entramos na parte de trás da caminhonete, ele me colocou deitado e já foi me beijando, arrancando a minha camiseta, e tirando toda a minha roupa, enquanto ele tirava a minha roupa me beijava e passava a sua língua em meu pescoço de uma forma que me deixava maluco, eu apenas suspirava e gemia de tamanho tesão que me tomava naquele momento, quando percebi, eu já estava totalmente nu, e ele em cima de mim. Parei de beijar e disse que queria ele nu também.
Ele disse que se eu quisesse ele nu teria que tirar a roupa dele também, como ele fez comigo.
Eu virei ele, pulei, e coloquei ele deitado, por cima dele, só que ao contrário dele, eu não o beijava, apenas passava a língua pelo pescoço dele, falando besteira em seu ouvido, tais quais, delicia, que homem gostoso, que macho delicioso é esse, vou te chupar todinho, vou ficar de quatro pra você, vou cavalgar em cima de você, e te deixar subir as nuvens. Quando eu já estava na altura da cintura dele baixei a bermuda e passei a língua em seu saco, e fui subindo até a cabeça daquele pau gostoso, e comecei a sugar aquela delicia toda pra dentro da minha boca, tive um pouco de dificuldade de colocar toda aquela delicia dentro da boca, mas fiz uma “garganta profunda” e consegui, quando coloquei no fundo ele soltou um urro e disse que não aguentaria e que eu estava chupando ele de um jeito que ele nunca havia sido chupado, e que me queria sentando logo em seu pau gostoso.
Eu obedeci e como o pau dele já estava bem lubrificado com a minha saliva, me posicionei em cima daquele pau sinistro e mirei. Fazia movimentos como se estivesse tentando ser penetrado, mas não deixava o pau dele entrar, e ele gemendo de tesão, disse com uma voz seca e fria de tesão. -Senta logo! 
Me pegou pela cintura e forçou para que eu sentasse, eu não consegui me segurar e fui tomado pela força daquele homem que me puxava contra seu corpo com força, eu soltei um grito em meio aos gemidos daquele homem feroz que me penetrava. Fui dominado e quando percebi eu estava em um sobe e desce alucinante em cima daquele homem de barriguinha sarada, todo lisinho que gemia e dizia estar comendo o garoto mais safado que ele havia conhecido, depois de algum tempo falando sacanagem e eu pulando em cima dele, ele pede pra eu parar um pouco, se não parasse ele gozaria.
Eu parei e na mesma hora sai de cima, me posicionei de quatro e disse que queria sentir ele todinho dentro de mim em uma posição diferente, ele deu uma respirada, me beijou loucamente e posicionou o cacete na portinha do meu cu, fazia movimento de vai e vem, sem penetrar todo o pau, apenas com a cabeça, pra dentro e pra fora, fazia isso e gemia. Aquele homem agora estava por cima de mim e pingava suor nas minhas costas quando ele disse que não aguentava mais e que queria gozar, eu pedi pra ele ir mais de vagar e me penetrar mais um pouco. Ele então enfiava todo o pau, e tirava em movimentos lentos, gemia, e enfiava, gemia e tirava. 
Depois disse eu pedi pra ele me chupar um pouco antes dele gozar, porque eu também queria gozar junto com ele, e ainda estava longe do gozo, ele me colocou ajoelhado em sua sua frente e ficou sentado, chupando meu pau. Era meio estranho, ele não sabia chupar direito, em meio as chupadas roçava os dentes na cabeça do meu pau que mede 19cm, mas percebi que ele fazia o possível para me agradar.
Propus então um 69, para que ele pudesse gozar na minha boca e eu na dele. Ele negou, disse que nunca havia chupado um pau de outro homem, e que o máximo que ele podia fazer era continuar me chupando, mas que eu não podia gozar na boca dele.
Sendo assim então eu não quis, sugeri sairmos de dentro da caminhonete para pararmos de suar, afinal de contas estávamos ensopados de suor. Ele aceitou e saímos.
Ele se recostou na porta de trás da caminhonete e me colocou de joelho para chupar ele, eu chupei e logo na terceira chupada que fui da cabeça até o talo, ele anunciou o gozo e disse que não era pra tirar da boca.
Quando terminou de falar, eu senti uns jatos na minha garganta, três jatos de porra e eu tirei o pau dele da boca, ele continuou a se masturbar e os jatos agora estavam saltando em meu rosto, meus olhos, e minha boca, mais uns quatro jatos de porra quente, que escorria pelo meu pescoço e descia pelo meu peito, levantei a cabeça e olhei aquele homem que urrava gozando em meu rosto, e com aquela cena toda, gozei também. Foram tantos jatos de porra que eu achei que estivesse mijando. Ele tremia a perna de tesão, me pegou pelos braços e me levantou dizendo que queria sentir o gosto de sua própria porra, me beijando.
Nos beijamos mais um pouco, nus, do lado de fora da caminhonete, nos abraçamos forte, e nos limpamos com um pano que ele tinha guardado debaixo do banco e nos vestimos.
Entramos no carro e ele foi me elogiando, e dizendo que queria repetir essa transa mais vezes, trocamos telefones, ele me deixou na porta empresa onde eu trabalhava e seguiu seu caminho.
Trocamos mensagens durante a semana e houve ainda na mesma semana mais umas duas transas daquelas, só que em lugares mais reservados desta vez. Contarei outra hora.
Até hoje depois de passados quase cinco anos, ainda saímos, hoje somos amigos, ele esta casado, tem uma filha de 3 anos e sempre que podemos marcamos de dar uma voltinha no “matagal”.

Texto original: contoseroticos.com