Priminho dormindo de pau duro

Férias com o primo – dormindo no mesmo quarto

Bem, em continuação ao conto anterior, onde meu primo me ensinou a nadar, volto a relatar o que se passou na primeira noite quando fomos dormir.

Para quem não leu o conto “aprendendo a nadar”, farei breve apresentação: Meu nome é Pedro, tenho 1,78, 74 kg, 23 anos, moreno claro, corpo definido, poucos pelos e muito másculo.

Passando as férias de final de ano com meus pais na fazenda de um tio que não via há seis anos, tive a sorte de reencontrar o meu primo Tiago.

Tiago é um moreno claro, mais ou menos 1,85 de altura, uns 80 kg, barba por fazer, uns pelos lisos e bem negros no peito, que emendam com os pelinhos da barriga e descem fazendo um caminho até a seu cacete, pernas grossas e peludas e uns braços fortes.

Após a foda que demos no riacho nos dirigimos pra casa como se nada tivesse acontecido, mas eu sentia o rabo ardendo de tanto levar vara. E que vara! Pois como eu já disse no outro conto, o Tiago tem uma cacete de 21 cm, grosso, moreno, cabeçudo, com veias salientes, saco grande e uns pentelhos negros e lisos. Quando está mole fica somente com a ponta da cabeça pra fora do prepúcio repousado sobres suas duas bolas imensas, e quando fica duro é levemente inclinado para a direita ficando com a cabeçona inteiramente à mostra.

Assim, chegamos à sede da fazenda e ele com aquele jeito todo molecão, sorridente e com cara de safado, contou que eu havia gostado muito de ver o gado e que depois fomos até o riacho dar um pulo na água.

Tiago falava e gesticulava com desenvoltura, o som da sua voz grossa e máscula penetrava nos meus tímpanos como se fosse música.

Lembrei-me de quando ele falava pornografia nos meus ouvidos lá no riacho e o quanto ele urrou de prazer quando deixava toda a sua virilidade dentro de mim.

De repente parei de ouvir e passei somente a observar os seus gestos e como aquela roupa de macho da roça lhe caia bem. Ele estava usando uma calça jeans apertada, camisa xadrez, chapéu e botas. Ah! Aquela bunda era perfeita, mas o realce da calça apertada e meio surrada a deixava ainda mais linda, dando pra ver até a costura da perna da cueca boxer que ele vestia!

Mas eu queria mesmo era vê-lo de frente. Mudei de lugar e fiquei numa posição de onde eu podia olhar diretamente para a sua mala. Fiquei sem fôlego! Sua pica estava marcada naquela calça a ponto da dobrinha da cabeça estar desenhada. O volume do saco grande completava o conjunto perfeito que aquele homem carregava entre as pernas.

Minha vontade era de tê-lo dentro de mim novamente. Tive a sensação de que tudo se passava em câmara lenta e eu já não conseguia mais ouvir a sua voz, apenas olhava seus lábios carnudos e rosados contrastando com aqueles dentes brancos e alinhados. Parece que vivia um sonho e nada daquilo que tinha vivenciado no rio havia realmente acontecido. Queria mais!

Após conversarmos amenidades fomos avisados que o jantar estava servido. Tiago disse que precisava tirar aquela calça jeans apertada e subiu para tomar um banho. Quando desceu estava usando um short branco de jogador de futebol e uma regata verde cavada. Os pelos negros das suas pernas contrastavam com a cor do short, e seus pelos do peito ficavam ainda mais lindos com a correntinha de ouro que ele havia colocado no seu pescoço.

Fiquei tenso, mas ansioso para subir ao banheiro e ver se a sua roupa usada estava no cesto.

Entrei no banheiro e ao encontrar a roupa que ele acabara de tirar passei a examiná-la, especialmente a sua cueca usada. Ahhh que delícia estava o cheirinho de macho que exalava dela. Fechei os olhos e instantaneamente fiquei de pau duro com aquele cheiro, mas me segurei imaginando que em poucos minutos teria a oportunidade de cheirar e sentir aquele cacete ao vivo e apalpar aquelas bolas grandes e pesadas…

Após o banho eu desci para jantar e conforme jantávamos o Tiago, que estava sentado ao meu lado, esfregava a sua perna peluda na minha e falava coisas do dia-a-dia como se nada estivesse acontecendo.

Fui ficando tenso com aquela situação, pois ao sentir aqueles pelos macios na minha perna eu estava ficando excitado.

Acabamos de comer ele me chamou para voltar ao seu quarto e vermos um filme. Até achei bacana a ideia, principalmente por ter a oportunidade de novamente ficar sozinho com aquele macho, mas para meu desalento ele disse que eu deveria ficar na cama de solteiro, onde iria dormir, e ele ficaria na cama de casal.

Fiquei frustrado, pois ficaria longe do homem que eu estava desejando. Pra piorar, a porta teve que ficar aberta, pois segundo ele era pra evitar qualquer tipo de mudança de hábito, haja vista ele não costumava fechar aporta do quarto enquanto assistia TV.

Assistimos a dois filmes e percebi que a casa estava silenciosa. Neste momento maliciosamente falei que não queria mais ver Tv, e sim dormir. Nisso ele se levantou, fechou a porta, tirou a regata, apagou a luz e de short voltou a deitar na sua cama me dando apenas boa noite.

Fiquei intrigado com aquele comportamento, mas passados uns 20 minutos eu senti uma mão que tocou de leve as minhas costas. Arrepiei até os cabelos dos dedos dos pés e ao me virar de barriga pra cima senti um hálito fresco e o inconfundível perfume amadeirado que o Tiago estava usando. Nossa, amoleci… sem dizer uma única palavra senti aquelas mãos fortes me acariciando o rosto e os seus lábios se encontrando aos meus. Nos beijamos com muita intensidade! Sua língua entrava na minha boca e a sua saliva molhava o nosso beijo.

Logo ele sussurrou no meu ouvido: primo, venha deitar comigo, pois estou com tesão e não consigo dormir.
Imediatamente pulei pra cama dele. Ele acendeu um abajur e pude olhar nos seus olhos e apreciar a sua beleza. Que macho gostoso!

Continuamos de short e começamos um sarro de macho. Ele me apertava sobre a cama e soltava todo o peso do corpo sobre mim. Eu estava de barriga pra cima e sentia que o seu cacete estava muito duro, mas ele fazia questão de me beijar e me apalpar com aquelas mãos fortes sem me deixar pegá-lo.

Eu tentava de toda forma pegar naquele mastro, mas ele segurava com força os meus braços acima da minha cabeça e ficava esfregando a sua pica na minha.

Era como se estivéssemos num movimento de foda com bastante ginga. Estava ficando louco de tesão…

Implorei até que ele soltou os meus braços e se deitou de barriga pra cima com os braços abertos e as mãos atrás da cabeça. Nessa posição aquele macho ficava com cara de cafajeste e sem demorar disse: Pedro, mama o teu macho, vai!

Comecei a tirar o seu short e aquela rola grossa, cheia de veias e cabeçona pra fora toda babada saltou perto do meu nariz. Cheirei intensamente… Passei o dedo na pontinha e fiquei fazendo movimentos circulares. Ele se contorcia e pedia pra eu mamar logo.

Obedecendo ao meu macho eu comecei a passar a língua naquela baba que escorria e coloquei somente a cabeça na minha boca. Fazia movimentos com a língua e aos poucos fui engolindo o pau inteiro. Depois fui descendo a língua até o encontro das pernas com o saco e senti que ele ficava cada vez mais excitado. Passei a língua devagar até escutá-lo gemer intensamente…

Sussurrando ele me pediu para babar nas suas bolas e engolir as duas de uma só vez. Nossa, que bolas! Aquele saco grande e peludo cheio de veias realmente cobriam duas enormes e pesadas bolas. Estava com cheiro de banho, mas no fundo o cheiro do macho predominava.

Fui novamente subindo com a língua sobre o seu corpo lambendo os pelos da sua barriga e chegando aos seus mamilos. Massageei cada um deles com a boca e depois comecei a mordiscar suas orelhas e pescoço… desci e dei uma boa cheirada no seu socavo que estava uma delícia, perfumado, mas como cheiro de homem… Meu macho se contorcia de tesão e pediu para eu me virar chupar o seu pau e também colocar o meu cacete na sua boca.

Fui ao delírio! Tiago chupava devagar, passando aquela língua macia em toda a extensão da minha vara, engolia tudo e ainda alisava as minhas bolas molhadas por sua saliva.

Aos poucos ele foi deixando o meu pau de lado e começou a passar a língua no meu rabo. Foi chupando com tanta maestria que o meu cuzinho ficou todo molhadinho e relaxado pra receber a aquela enorme pica.

Em seguida fiquei de bruços e pedi a ele pra que se deitasse sobre mim e massageasse o meu cu com a sua vara.

Logo senti o seu peso sobre o meu corpo e aquela vara babada e muito dura encostar-se ao meu buraquinho. Comecei a empinar o rabo e fiquei todo arrepiado com a sensação gostosa de sentir aquele nervo duro pincelando meu cuzinho que já estava todo molhadinho da sua saliva e agora da babinha que escorria daquele mastro.

Ele foi me beijando na nuca e sussurrando coisas gostosas no meu ouvido: “abre o cu pro teu macho, vai moleque… sente o teu macho te possuir… olha a cabeça do meu cacete entrando em você… sente cada centímetro dessa vara inundando o teu cuzinho… ta gostoso? Diz pro teu macho o que você quer, diz… Você gosta do cacete do teu primão? Fala pra mim, fala!!! Gosta de levar essa vara no couro, né safado?? Fala, caralho! GOSTA DE SENTIR O COURO DO TEU MACHO, OU NÃO, PORRRAA??!! somente eu vou meter essa pica no couro em vc, seu filho da puta!!!”

E assim começou a bombar e a dizer de forma mais enérgica: “era rola que tu queria, seu porra? Então sente a rola inteira do teu macho dentro desse rabo quente e apertado! oohhh… estou deixando a minha bainha lá dentro!!! Olha como seu cu está ficando cada vez mais macio!!! Ahhhh!!!! Delícia de cu, porrraaaa! Muito melhor que a boceta da minha namorada!”

Sentir aquela vara inteira dentro do meu cu e ao mesmo tempo aquele homem falando dessa forma me deixava com vontade de arreganhar ainda mais a bunda pra ele meter até as bolas.

Tirava o cacete inteiro e colocava novamente e a cada estocada ia ficando mais enérgico a ponto de começar a meter sem dó nem piedade. Eu não sentia dor, estava gostando de levar aquela vara inteira daquela forma.

A certa altura ele segurou pela minha cintura, ergueu meu corpo me deixando de quatro, e começou a meter com muita força.

Sentia seus pentelhos encostando-se à minha bunda e ouvia somente a sua respiração ofegante e o barulho das suas bolas grandes e pesadas batendo. Fazia um som sincronizado no mesmo ritmo que ele metia e tirava aquele imenso cacete do meu rabinho.

Não satisfeito, e segurando para não gozar, ele me colocou de frente para si e cravou a pica até o talo. Em seguida me ergueu da cama e andou comigo no colo pelo quarto enquanto me beijava e fazia pequenos movimentos para eu sentir que a sua vara estava duraça e inteiramente dentro de mim.

Nossos corpos suados exalavam um cheiro de sexo que impregnou todo aquele quarto… Aqueles pelos negros e lisos que recobriam parcialmente o seu peitoral estavam colados em mim e eu já não aguentava mais segurar o tesão pendido para ele me fazer gozar.

Dessa vez queria sentir o seu leite na boca, pois a tarde ele já havia gozado no meu cuzinho, e disse isso a ele.

Tiago ficou com mais tesão ainda e pra atender ao meu desejo me fez deitar na cama, ficando em pé com as pernas abertas sobre mim.

Aquela visão de macho com aquele cacetão batendo uma me deixava com vontade não só de sentir o leite na boca, mas sim de tomar leitinho.

Lentamente ele foi se abaixando e encostou aquela jeba na minha boca. Um fio de baba escorria daquele pauzão e eu não podia desperdiçar.

Coloquei aquela cabeça vermelha e quente na boca e comecei a mamar com maciez, passando a língua no buraco por onde ele mija e sentindo o gosto da baba que saía cada vez mais abundante daquele caralho.

Em seguida engoli o cacete inteiro e comecei a passar os dedos nas suas bolas… Logo senti seu pau ficando mais grosso e em seguida ele começou a gemer e a falar quase gritando: “AHHH!! PORRRAAAA!!! ISSSOO… FILHO DA PUTA! ENGOLE ESSE CACETE INTEIRO QUE VOU ENCHER A TUA BOCA DE LEITE AGORA! AAAHHHHH CARAAALHOOO!!! VOU GOZARRRRR!! OOOHHHHH!!!”

Seu corpo estremeceu e seu pau começou a latejar soltando jatos de leite grosso e quente que inundou a minha garganta. Engoli tudo e enquanto ele enchia a minha boca com o seu leite, eu gozava litros de porra branca e grossa por toda a minha barriga.

Tiago exausto se deitou sobre mim e nos melamos com a minha gozada. Sua respiração ofegante e o seu coração acelerado foram voltando à normalidade, e depois de alguns minutos tomamos banho juntos e dormimos coladinhos na sua cama de casal.

Essas fodas se repetiram quase todos os dias, até que… quem sabe me animo a escrever o próximo conto.