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Negão arrombando o branquinho 2

O moleque branquinho e pai negão do colega de república

Estou aqui, mais uma vez, para contar um fato inesquecível que aconteceu comigo. Para quem não sabe, sou fissurado em negões, principalmente os casados com mulheres. Mas isso não é regra, pois o que adoro, na verdade, é uma rola grossa e dura de macho de verdade. Sou boy branquinho, 1,80m, 77 kg, olhos e cabelos pretos, lisinho, rabudo, bundinha empinadinha, durinha e arrebitada e, segundo alguns coleguinhas da escola, pareço uma menininha. Bem, vamos ao conto. Espero que apreciem!

Quando tinha em torno de xx aninhos, passei no vestibular de uma universidade pública no interior paulista e fui morar em uma república de estudante com mais 4 moleques, todos calouros, e não nos conhecíamos antes (conheci a república por meio da internet). Um desses colegas de república era negro, mas a história ainda não será com ele, mas sim com o pai dele, que é um negão gostoso pra caralho.

Um dia esse colega perguntou aos integrantes da república se alguém estaria em casa no dia seguinte para receber o pai dele, pois ele estaria na universidade fazendo prova e não poderia receber seu pai, que viria arrumar a sua cama, que estava quebrada, e montar seu guarda-roupa (detalhe: eu dividia quarto com essa pessoa). Me ofereci para recebê-lo, sem nenhuma malícia até então (juro!!!), pois só teria compromisso no final da tarde, além do que eu não conhecia seu pai.

No dia seguinte, estava sozinho à tarde. Como combinado, o pai do meu colega de república apareceu. Como disse, eu não o conhecia, mas quando o vi, quase cai das pernas, era o meu número, pensei naquele momento. Ele era um negão que exalava tesão e, quando me deparei com ele, tive que disfarçar para não dar pinta e mostrar que tinha ficado com as pernas bambas. Era um tesudo do caralho aquele negão! Tive que me conter, pois, além de ser pai do meu colega de república, era macho pra caramba. Que o diga o aperto de mão que ele me deu! Imaginem uma menininha como eu recebendo um aperto de mão de um negão como aquele, que tinha as mãos grandes, grossas e ásperas, por conta do trabalho.

Ele era muito simpático, ao mesmo tempo que era muito gostoso, e isso me deixou um pouco menos nervoso. Tentei me concentrar na conversa, mas confesso que não conseguia muito, porque a figura daquele macho negão na minha frente não me permitia isso. Fiz de tudo para agradá-lo, oferecia água, entregava as ferramentas de que ele precisava (algumas eram pesadas para mim e eu reclamava um pouco pra ele!) e até fiz um cafezinho pra ele! Durante o trabalho dele, via o tamanho dos músculos daquele cara. Cada braço correspondia a uma coxa minha! Tinha um peito cabeludo e forte, costas largas. O cheiro de macho já estava todo impregnado no meu quarto, pois ele suava muito.

O trabalho estava durando mais do que eu esperava. Já eram por volta das 5 da tarde e eu tinha que sair. Então, resolvi tomar um banho e me aprontar enquanto aquele negão macho terminava de montar o guarda-roupa do seu filho, colega meu de república que dividia quarto comigo. Tomei meu banho, mas me esqueci de levar minha roupa para me trocar no banheiro, só tinha levado a toalha. Então, ao terminar meu banho, me enrolei na toalha, que não era daquelas toalhas grandes, que envolvem muito bem o corpo, e fui até o meu quarto.

Quando cheguei lá, aquele macho negão me deu uma olhada que me intimidou. Achei que estava me estranhando ao me ver daquele jeito. Eis que eu disse, meio envergonhado:

– Me desculpe estar assim, é que eu esqueci de pegar a minha roupa para me trocar no banheiro.

E ele responde:

– Tranquilo, cara. Pode pegar a roupa aí, sem problema. Já terminei o trabalho. ‘Tô dando um tempo aqui porque ‘tô todo suado aqui. Olha só como eu ‘tô aqui.

Meu Deus, mal sabia ele que estava um tesão daquele jeito! Um negão daquele tamanho todo, suado, cheirando macho de verdade…

Quando me abaixei para abrir a gaveta e pegar a roupa, minha toalha se desamarra da cintura e cai no chão, deixando-me completamente nu na frente daquele negão. Imediatamente, eu falo, meio sem jeito:

– Me desculpe, me desculpe… Ai, que vergonha!

E ele retruca rapidamente:

– Ei, ei, ei…

Logo achei que ele iria ficar muito bravo porque eu estava daquele jeito. E ele continua, enquanto meu coração já batia acelerado de medo:

– Posso te pedir uma coisa?

Respondi afirmativamente.

– Deixe eu ver essa bundinha direito?

Esperava tudo, menos aquilo. Fiquei sem saber o que responder, mas minha intuição de putinha não me traiu:

– Sim, sim. Falei com a voz trêmula.

– Fique em pé, um pouquinho, fica. Deixa eu ver seu bumbunzinho, deixa. Ele me dizia bem baixinho, para não me assustar.

Só ouvia uns gemidos, uns sons que pude perceber que eu estava diante de um grande fodedor de rabinhos. Depois de um tempo entre gemidos e sussurros, ele me pergunta:

– Cara, muita linda essa sua bunda! Posso dar uma apertadinha?

Mais uma vez respondi que sim.

Ele apertou. Indescritível aquela sensação de ter aquela mão grande, grossa e áspera apertando minha bundinha que era delicada! Sentia que sua mão arranhava um pouco a minha pele. Mas estava adorando tudo aquilo.

– Nossa, cara. Que bundinha!, continuava ele. Nossa, me desculpe te dizer isso, mas fiquei de rola dura aqui! Olha como eu ‘tô aqui. Ele me disse, com a voz ofegante de tesão e fazendo uns sons que parecia a de um leão faminto.

Quando olhei para a bermuda dele, vi um volume enorme daquele negão. Era lindo ver os contornos daquela rola sob a bermuda. Ele não parava de apertar de meu bumbum, às vezes dando uns tapinhas bem gostosos.

– Posso ver seu cuzinho?

– Sim, lhe respondi.

Mais sussurros e gemidos ouvi, dessa vez acompanhados de uma pergunta que me deixou todo excitado:

– Você gosta de rola dura de macho como essa aqui? Já tomou rola nesse cuzinho rosadinho de menininha que você tem?

– Acenei positivamente, olhando para a cara dele com um pouco de medo, mas, ao mesmo tempo, com um fogo tomando conta de mim.

– Quer a minha? Ela ‘tá até doendo já de tão dura que ela ficou. Tua bundinha é linda, cara! Parece de uma menina… meu filho ‘tá bem servido! E deu uma risada sacana, de fodedor, ao mesmo tempo em que dizia tudo isso.

Não tive tempo de responder, pois ele logo tirou aquela barra de ferro de dentro da bermuda e me pôs a mamar. Mamava com dificuldade, pois ela era muito grossa.

– Mama, viadinho. Mama essa piroca do negão, mama. Putinha safada!

Como estava com dificuldade para mamar, me engasgando sempre, ele continuava dizendo:

– ‘Tá engasgando por quê, putinha? Abre bem a boquinha pra mamar essa piroca leiteira… mama bem gostoso… isso, viadinho, filho da puta, vou te dar aquilo que você ‘tá louquinha pra ter desde que viu na porta, filha da puta.

Ele me xingava muito, e isso muito dava muito tesão. Mais do que eu já estava. Depois de um tempo mamando aquela piroca magistral, ele me pega pela cinturinha e me põe na cama do filho dele e diz:

– Fica assim de 4, cadelinha. Vou meter ferro nessa bundinha linda, de mulherzinha que você tem. Quer dar pro negão, quer, viadinho? Insistia na pergunta. Dá esse cuzinho rosadinho pra negão aqui, dá… filho da puta, tesão do caralho…

E eu só dizia que sim, que queria. Estava com muito tesão no rabinho. Aquela rola daquele negão era muito deliciosa, era cabeçuda e as veias se sobressaíam.

– Sente a piroca do negão entrando, branquinha. Isso, putinha… ‘Tá tomando ferro nesse rabinho, né, filho da puta. Ele dizia isso enquanto metia no meu cuzinho, todo delicado de putinha…

Doía muito, mas meu tesão era maior. Estava tomando no cu… estava levando ferro de um negão delicioso, pai do meu colega de república. Acho que isso aumentava ainda mais o meu tesão… Empinava cada vez mais meu rabinho pra ele meter.

– Isso, filha da puta… arrebita esse rabinho, vai… sente a piroca do negão entrando e saindo desse rabinho de cadelinha safada… toma no cu, putinha… é isso que você tem que levar…

Ele metia muito forte, dava pra sentir as bolas do saco batendo na bunda e ouvir o barulho da foda que eu ‘tava levando daquele negão.

Depois de um tempo metendo, aquele negão começou a urrar, parecia um leão, e dizia: – Vou gozar, putinha, vou gozar… vem tomar meu leite, vem… vem, vem, vem… ahhhhhhhhhhhhhhhh, toma, filho da puta, toma teu leite, toma leite da piroca, toma… Ele me dizia isso enquanto segurava firme minha cabeça com aquela mão grande e jorrava aquela porra grossa dentro da minha boca. Era muita porra!

– Ah, branquinha, você é deliciosa, sabia? Teu rabinho é uma delícia… putinha, safada, aguentou direitinho a piroca do negão aqui né…

E eu só balançava a cabeça, ajoelhado, com a boquinha toda lambuzada de porra daquele machão.

– Teu negão vai ter que ir embora, mas volto pra te foder, cadelinha. Meu filho ‘tá bem servido aqui, viu? E olha… disse enfaticamente… ele fode putinha também… mas vou querer você ainda, cadelinha… você vai ser a minha putinha, disse com voz autoritária.

Fiquei entusiasmado com a notícia, mas esse é um outro conto. Por ora, só quero dizer como eu estava satisfeito com aquela pirocada que eu tinha levado. Meu rabinho ardia pra caramba, mas eu ‘tava feliz…

Me desculpem pela extensão do texto. Gosto de detalhes. Espero que tenham gostado.

Texto original – Casa dos contos